domingo, 16 de abril de 2017

Instituto Cadê Zumbi? Convida

quinta-feira, 30 de março de 2017

Projeto de Alfabetização Musical e Corporal em Cultura Afro-brasileira e Afro-uruguaia de 2017



É com muita fé, muito amor e muito carinho que apresentamos o Projeto de Alfabetização Musical e Corporal em Cultura Afro-brasileira e Afro-uruguaia de 2017. O Instituto Cadê Zumbi?  agradece a todos envolvidos pela organização. ASÈ!

domingo, 26 de março de 2017

Sincretismo Religioso na Festa de Nossa Senhora das Águas em Canoas!


Escrevi este artigo para a Revista Memória e Linguagens Culturais - do Programa de Pós-graduação da UNILASALLE. 




confira no link abaixo:

http://www.unilasalle.edu.br/canoas/revista-memoria-e-linguagens-culturais/

CONSTRUÇÕES DA MEMÓRIA GERACIONAL NA LITERATURA AFROBRASILEIRA: DOIS EXEMPLOS


Escrevi este artigo com a querida Zilá Bernad, confira no link abaixo. 

Resumo: Este texto apresenta a ocorrência da memória geracional na literatura afro-brasileira atual. Discute dois exemplos: o primeiro em prosa e o segundo sob a forma de poema. Neles, emerge a memória geracional que se caracteriza pela transmissão da memória familiar ou parental de uma geração à outra, com a intenção de que a memória dos ancestrais venha a constituir-se no núcleo duro sobre o qual poderão ser reconstruídas as memórias individual e coletiva dos afro-brasileiros.
Palavras-chave: memória geracional; literatura afro-brasileira; memória individual; memória coletiva.


http://www.unilasalle.edu.br//public/media/4/files/anais_3_jornadas_final.pdf

O Instituto Cadê Zumbi?



O Instituto Cadê Zumbi?, coletivo de agentes, multiplicadores e ativistas culturais no fomento e preservação das culturas como ferramentas pedagógicas de educação, promoveu neste final de semana um encontro cultural com Mestre Cabello Capoeira Angola, neste encontro tivemos oficinas de Dança e Percussão. O evento foi um sucesso!
Confira as fotos:






Cabello Caobijubá
Nasceu em Piracicaba, São Paulo, Brasil. Cabello mantém a tradição de seus antepassados viva dedicando sua vida aos ritmos, aos instrumentos, às canções e às danças da cultura Afro-Brasileira. Cabello tem praticado Capoeira desde os anos 80 onde foi aluno do Mestre Gil (Novo Engenho -Beira Mar), Mestre Cosmo e Mestre Zequinha do grupo Cativeiro e depois Capoeira angola Raíz de Angola e tem ensinado e praticado nos EUA desde 1990. Um capoeirista profissional e com vasta experiência em apresentações, espetáculos, cursos e palestras, é orgulhoso ser discípulo do famoso Mestre João Grande de Capoeira Angola sendo um dos seus mais velhos alunos desde que começou a dar aulas nos Estados Unidos em 1990. Estuda ritmos e a dança Afro-Brasileira e é também discípulo da Professora Emilia Biancardi etnomusicologista da cultura brasileira e do mestre de tambores Jorge Alabê.
Participa no Brasil dos eventos tradicionais, encontros e festivas espontâneos, além de ensinar e de viver entre Bahia e New York no exterior. Desde 1990 Cabello tem ensinado, praticado e exposto Capoeira Angola e música Brasileira a través do planeta inteiro do Sul á America do Norte, o Canadá, a Europa, a Ásia, a África e Oceania.
Cabello é também percussionista e artesão na confecção de instrumentos de percussão como caxixis, berimbaus , agogôs e outros . Desde 2003 Cabello Rolim e Tisza Coelho iniciaram o projeto fazenda Cultural OuroVerde no sul da Bahia, Brasil criando o centro de Capoeira Angola OuroVerde onde apoiam a criação , a apresentação, a instrução, e a preservação da cultura Brasileira; e para criar e aprofundar a apreciação e a sustentação públicas para Capoeira, dança e música. Preservando o ambiente natural, asseguram futuro sustentável para crianças locais com o desenvolvimento artístico, cultural e social. Promove e participa de movimentos comunitários para desenvolvimento econômico ecológico e cultural da comunidade local. Em 2009 inicia a elaboração do centro cultural permanente de Serra Grande o Barracão D’Angola onde passa a dar aulas de Capoeira , dança e musica para a comunidade e entorno da vila de Serra Grande na Bahia tornando o centro uma referencia mundial para a continuidade da tradição oral afro brasileira .
Atualmente, vive entre Bahia e o mundo onde ensina Capoeira Angola, Maculelê, Samba percussão Brasileira e confecção de instrumentos com diversos grupos de capoeira e com seus grupos: Centro de Capoeira Angola OuroVerde (Serra Grande , Saleiro e Algodoes Bahía Brasil, Cidade de Goiás, Cidade do México , Xalapa México e Flagstaff USA). de batucada e performance: Korimbata’ Samba (NY USA) e grupo de Batucada e percussão Trovão da Serra (Bahia) e lançou também três CD musicais de capoeira ultimamente com Tisza Coelho, Mestre Virgilio de Ilhéus e de Mestre Azulão Baiano.

www.caxixi.com

https://www.facebook.com/cabello.caobijuba

https://www.youtube.com/c/BarracãoDAngola

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

Conceitos




fonte: http://brasilafrica.fflch.usp.br/sites/brasilafrica.fflch.usp.br/files/AULA%203%20conceito.pdf

literatura afro-brasileira

"Ambas as expressões “literatura negra no Brasil” ou “literatura afro-brasileira” apresentam-se recorrentes no meio acadêmico e literário, embora apontem para conceitos ora convergentes, ora divergentes. Porém, as particularidades defendidas para cada expressão nem sempre são suficientes para responder a certas questões propostas pela crítica, teoria e história da literatura, e mesmo pelos escritores, sendo a própria definição do conceito ainda hoje polêmica.
Por um lado, verificamos que a utilização do prefixo “afro” no caso de classificação da produção literária, não consegue evitar alguns problemas contidos no uso do termo “negro/a”, à medida que caracterizam uma particularidade. Por outro, como mostram os escritores ligados ao Movimento Quilombhoje e consequentemente aos Cadernos negros, essa particularização torna-se necessária enquanto resposta à marginalização histórica sofrida pelos escritores negros ou afrodescendentes no Brasil, frente aos critérios “universais” que configuram um mecanismo de exclusão legitimado pela literatura tradicional." 

Rodrigo da Rosa Pereira (FURG)

http://www.editorarealize.com.br/revistas/abralicinternacional/trabalhos/Completo_Comunicacao_oral_idinscrito_830_9c358d27c670bd15440c1922bf322254.pdf